Política/Politics
Tonight: Frank Sinatra sings Pyongyang, Pyongyang
by zmann on May.27, 2009, under Política/Politics
Após alguns dias (que viraram meses) sem postar, vamos tentar retomar nossas atividades constantemente.
Muitos eventos mundiais ocorreram desde minha ultima entrada sobre o carnaval no Brasil, do qual teve inúmeros hits que utilizavam palavras taís como “bunda, extreme big ass, mulata ass, carnaval ass” entre outros que minha mãe iria rir se escutasse. Obrigado pelos hits!
Isso deixa claro que somos considerados um playground pelos nossos irmãos gringos. Para mim, na há nada de errado com isso… mas isso incomoda profundamente a alguns outros. Tão profundamente ao ponto de quererem se armar até os dentes, como no caso da Korea do Norte.

A história da Korea do Norte, brevemente, começa com o final da Guerra Fria com o jovem idealista adepto do Marxismo e atual Presidente Eterno da República (sim, isso é um título que existe lá), o magnífico e excelentíssimo Kim Il-Sung. Fez filhos pra lá e pra cá e morreu em 1994. Então seu filho mais velho Kim Jong-Il, assumiu o poder e permanece como Grande Líder da República Democrática do Povo da Korea. As duas Koreas estão tecnicamente em guerra desde 1950 até hoje! Isso por que não foi assinado nenhum tratado de paz entre eles, mas sim um armistício, do qual foi recentemente revogado por parte da Korea do Norte.
O ditador atual da Korea do Norte não passa de um playboy envelhecido. Passava férias em Malta, só anda de Mercedez-Benz classe E e adora um bom conhaque. Aparentemente isso corre na família. Seu filho Kim Jong-Chul teve sua educação de segundo grau na Suiça e como qualquer bom filho de um playboy ditador, foi preso no Japão por portar um passaporte dominicano falsificado. Também como igual os seus companheiros Norte Koreanos que não podem sair do país ou muito menos se vestir de maneira que não estejam de acordo com os padrões estabelecidos lá, foi visto na Copa do Mundo de 2006 e em um show do Eric Clapton na Alemanha.
Supondo que Kim Jong-Il foi tão playboy quanto seu filho, imagine o que uma pessoa desta mentalidade (só que bem velha) é capaz de fazer com um brinquedinho que os EUA quer que ninguém tenha! Gosta tanto de seus brinquedinhos que esta mostrando pro mundo o quanto ele se diverte apertando um botão de sua sala e vendo os foguetinhos voarem em direção ao mar. Com certeza, não passara disso.
A verdade é que Kim Jong-Il não passa de uma criança que quer a atenção do mundo, e não sabe da grande bagunça que esta para criar. O Japão e a Korea do Sul estão se sentindo um pouco… preocupados. Não deve ser nada confortável ter mísseis lançados em sua direção.

Olhem o sorriso da criança! Vamos todos dar tapinhas em sua mão e falar “Bad Kim! No! Don’t fire towards Japan! No nuclear warheads for you!” Mas ele não passa daquele bully que puxava sua cueca e jogava papel higiênico molhado por cima do box enquanto você visitava o trono. Com o tempo, ele eventualmente irá crescer (neste caso morrer) e mudarão muito as coisas na Korea do Norte, uma nação que trouxe a vida o filme Equilibrium.
May the magistratura be with you!
by zmann on Feb.07, 2009, under Mudança/Change, Política/Politics

Após o acontecimento da eleição de Barack Obama lá fora, minhas esperanças do mundo ser um lugar mais digno de se viver aumentaram. E hoje, após ler uma notícia na Folha de São Paulo, uma notícia sobre a decisão (ou melhor, sugestão) de um Juiz do interior de Goiás ao dar a sentença ao prefeito caçado de Aurilândia.
Basicamente, o meritíssimo (esse sim merece ser chamado de tal) sugeriu que cada eleitor tivesse um peso de acordo com sua escolaridade, sendo assim desde de analfabeto (valendo um ponto) ao cidadão que tenha doutorado (sete pontos). Mas foi reconhecido também que o jovem sairia “perdendo”, por ter um grau de escolaridade menor devido a sua idade.
Além do ponto de vista do eleitorado, o juiz sugeriu também que candidatos “sem o mínimo de estudo e bagagem cultural” não fossem permitidos a concorrem a cargos públicos, pois afinal o estado deve contratar pessoas como se fosse uma empresa, prezando por competência e o mínimo de escolaridade.
Agora pensem, e se fosse instituído o sistema de pontos por eleitor… deixaríamos de ser uma democracia não é? Mas de que vale uma democracia onde o analfabeto elege outro analfabeto devido a mera simpatia ao invés de alguma proposta descente que venha a aparecer? Como será que conseguimos o nosso presidente Squidward da Silva… devido a sua proposta econômica?
Os pontos em sí não é uma má idéia, mas deveriam ser feitas de acordo com outro fator, como de acordo com o pagamento do Imposto de Renda. Se o eleitor está em dia com seu imposto, ele merece ter o direito de votar, mas caso tenha algum problema com suas contribuições, deveriam ser restritos a votar entre outras consequencias como restrição financeira. De um certo aspecto é preferivél um eleitor honesto a um educado. Ainda bem que todos que tem formação superior pagam seus impostos em dia sempre, não é?
Mas para que isso surta QUALQUER efeito, devemos primeiramente instituir na nossa lei eleitoral extremamente moderna o voto não compulsório. Quem sabe a long time ago in a galaxy far far away..